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MAGDA FRANK, THE MONUMENTAL

MARIA DEL CARMEN MAGAZ

Universidad DEL  SALVADOR

 

 

MAGDA FRANK AND MONUMENTAL SCULPTURE IN PUBLIC SPACES

Magda Frank returns to Paris in 1960 with the idea of establishing herself there permanently, her stay in France, is a turning point in her career as a sculptor.
     

 

       Su escultura  monumental es  la  integración de estructuras constructivas en  las que la forma tiene belleza y fuerza expresiva por si misma. Las formas son los  objetos de todos los sujetos
       El hombre es propenso a crear símbolos.  Carl G. Jung afirma “Son integrantes de importancia de nuestra constitución mental y las fuerzas vitales de la formación de la sociedad humana…”[1]. Los modelos de pensamiento colectivo de la mente humana  cobran vida en  su escultura monumental
     Realiza un  trabajo poiético   en el que  concilia el pensamiento con la  materia y el tiempo, se integra  en el continuum  del devenir. Transforma de manera inconsciente los objetos o formas en símbolos dotándolos de gran importancia psicológica. Sus esculturas “son seres en los que encierro mis pensamientos que reviven en aquellos que las miran…Son  señales,  enigmas dirigidos a generaciones venideras” [2].
    Sus obras monumentales son como anclas que la  amarran al puerto de un  continente imaginario, a la tierra y la vinculan  al subconsciente colectivo de  la  humanidad;  al hombre  como  creador y  su íntima unión con el universo.
      Planta sus raíces  e instala su  presencia con sólidos volúmenes,  quien  en su vida  sufrió un desarraigo que la  llevó de un país a otro,  por lo que es una necesidad existencial  en ella,  dejar huella.
      La  escultura monumental es  su impronta de piedra,  que se afirma más allá del paso del  tiempo. Cada escultura  encierra una historia, un universo simbólico  que trataremos  de  develar.
       Ha perdido  el sentido trágico de su primera etapa y  con serenidad  logra que  sus piedras se constituyan en el  axis  mundi   que  supera lo  material y  nos conduce a lo trascendental
     Por dos décadas se dedica a  tallar grandes piedras;  realiza  veinte obras – dieciocho en Francia-  que se instalan   como  arquetipos o  imágenes primordiales, símbolos de la modernidad en un contexto integrado por  la  arquitectura,  el espacio público y la comunidad.

[1] Carl G. Jung, El hombre y sus símbolos, Ediciones  Paidós Ibérica, 1995. España.

[2]  Documentos.  Archivo Museo Magda Frank. Buenos Aires.


 

La noción de Sitio Específico y la escultura en el espacio público.

 Luego de  la  segunda guerra mundial se inicia el proceso de  reconstrucción de   las  ciudades y la presencia  de las esculturas modernas, alejadas del  naturalismo y academicismo decimonónico,  en el espacio público.

Los sesenta inician una década en  la que  los  gobiernos, ministerios, e instituciones públicas  implementan  una serie de programas para redefinir los lineamientos de la escultura monumental.

El concepto de arte en el sitio específico –site especific art-  que estudia  la norteamericana Miwon Kwon[3]   se aplica  en el caso de las  dieciocho  esculturas monumentales  francesas de Magda Frank y explica el porqué  están ubicadas  en Francia y no en  otro país.

 

[3] Miwon Kwon, One place after another. Site-especific art and locational identituy, First MIT press     

   paperback edition, 2004, USA  

Se abandona  la idea de “emplazar” o sea  ubicar una obra, ya realizada,  en un espacio abierto;   varios  estudios deben realizarse previos a la creación artística propiamente dicha. No sólo importa  la creación de la obra en sí, sino la relación que entabla con su contexto: con  la comunidad, la identidad del lugar, la arquitectura que la circunda y las características del espacio  y del terreno propiamente dicho.

Se deben  tener en cuenta los conceptos de escala, presencia y evidencia. La escala como la relación dimensional entre la obra, el entorno y el ser humano. La presencia como relación  necesaria de la obra y el espectador en el mismo espacio y la evidencia como la  gama de percepciones sensoriales que son registradas por el cuerpo como la luz, la oscuridad, la sensación de humedad o el aroma de los materiales.

 

En 1963  en los Estados Unidos de Norteamérica se iniciaron varios programas en los que  se reserva un mínimo del 0,5%  del  costo estimado de la construcción de un edificio nuevo, o de una gran remodelación,  para obras de arte.
O objetivo era, também, que as obras de arte pública, subsidiadas pelo governo, trouxessem uma percepção enriquecedora para a arquitetura moderna, considerada “repetitiva, monótona e funcionalista”, além de lançar uma coleção de esculturas “modernas” que coexistiriam com as obras colocadas nos séculos anteriores e trazer um novo olhar sobre a herança escultórica tradicional.

El objetivo era, además, que las obras de arte públicas, subvencionadas por el gobierno,  aportaran una percepción enriquecedora a la  arquitectura moderna considerada “repetitiva, monótona y funcionalista[4],  además  de iniciar una colección de esculturas  “modernas” que coexistieran con las  obras emplazadas  en los siglos anteriores aportando una nueva mirada al patrimonio escultórico tradicional


[3] Miwon Kwon, One place after another. Site-especific art and locational identituy, First MIT press     

   paperback edition, 2004, USA  

[4] Ibidem, p.64

Francia y Magda Frank.  Paradigmas del concepto de sitio específico.  


 

Jean Fourestié cunhou a expressão os “trinta gloriosos”, designando o perío do próspero vivido pela França após a Segunda Guerra Mundial até 1973 – alguns historiadores o estendem até 1980. Foi uma revolução silenciosa queb produziu conceituados aportes urbanísticos, arquitetônicos e escultóricos
que criam um entroncamento com a modernidade e a integração das artes[5] Jean Fourastié ( 1907 –  1990) Economista  francés,

La cultura es, en Francia, y desde siempre,  un tema esencial de la vida  política y de la vida pública. Podríamos decir que es un asunto de Estado, pero que también forma parte de la vida cotidiana del hombre  francés

Charles de Gaulle creó en 1959 el Ministerio de Cultura y designó al escritor André Malraux  como  ministro.  Fue el primer ministerio  conformado en Europa y tuvo un papel político esencial en la estrategia de reconstituir la identidad francesa luego de las guerras mundiales.

A cultura é, na França, e desde sempre, um tema essencial da vida política e da vida pública. Poderíamos dizer que é um assunto de estado, mas que
também faz parte do cotidiano da vida do francês..

Charles de Gaulle criou, em 1959, o Ministério da Cultura e nomeou ministro o escritor André Malraux. Foi o primeiro ministério deste tipo estabelecido na
Europa e desempenhou um papel político essencial na estratégia de reconsti tuir a identidade francesa depois das guerras mundiais.

LO trabalho realizado por Malraux, homem de cultura, mas também da política, foi importante e influenciou a vida de cidades e bairros franceses. Criou as chamadas Maisons de Jeunes et de la Culture, centros culturais regionais em toda a França e patrocinou as artes moderna e vanguardista. 

    construídos nos anos 1960. Foram criados edifícios revolucionários como o Palácio dos Esportes, da porta de Versalhes do arquiteto Pierre Dufau ou a Torre Totem dos arquitetos Pierre Parat & Andrault Michel. Junto com a arquitetura foi promovida a escultura monumental pela implementação do 1% que se tornou um dos principais mecanismos para apoiar a criação artística e uma das iniciativas mais felizes para a maioria dos artistas da época.

    Se fizermos um pouco de história, em 1936 surgiu na França a ideia de destinar um percentual do investimento financeiro para a realização de decorações monumentais em novas construções do estado.
Em 1947, foi introduzida uma nova lei que estabelecia que: “… Em todas as novas construções a cargo do estado, uma fração do custo será obrigatoriamente reservada para a decoração de paredes e esculturas monumentais…”O projeto fixava 1% para os edifícios do estado, inclusive pontes, depósitos, e 0,50% para os novos edifícios a serem utilizados como moradias. Em 1969 André Malraux, ministro da Cultura de 1958 até aquele ano, preocupado com os problemas de todo tipo criados pelo 1% e, em especial, com a qualidade indispensável que as obras deveriam ter, cria uma comissão encarregada de estudar os procedimentos necessários

      

 

[6] Ministere d´Etat Affaires Culturelles, Art et architecture bilan et problemes du 1%, edición del Centre 
  National d´art Contemporain, exposición Art et architecture, bilan et problemes du 1%,  Halles  
  Centrales de París, 29 de septiembre 1970.

      Em 1969 André Malraux, ministro da Cultura de 1958 até aquele ano, preocupado com os prob lemas de todo tipo criados pelo 1% e, em especial, com a qualidade indispensável que as obras deveriam ter, cria uma comissão encarregada de estudar os procedimentos necessários para aexecução dos projetos. Era composta por ministros, artistas, prefeitos e críticos de arte.

    Muitos dilemas surgem na execução deste projeto. Qual o papel do arquiteto em relação ao artista? Como seria contratado o artista? A obra de arte deve estar subordinada à arquitetura

No final, apesar dos debates e discussões, promoveu-se a integração do trabalho conjunto de urbanistas, arquitetos e artistas. Todos preocupados com essa nova consciência, a ideia de local específico e do slogan que a singularidade de um trabalho que é feito para um local não podeser adaptada a outros lugares.

    Muitos dilemas surgem na execução deste projeto. Qual o papel do arquiteto em relação ao artista?  Como seria contratado o artista? A obra de arte deve estar subordinada à arquitetura?

    No final, apesar dos debates e discussões, promoveu-se a integração do trabalho conjunto deurbanistas, arquitetos e artistas. Todos preocupados com essa nova consciência, a ideia de local específico e do slogan que a singularidade de um trabalho que é feito para um local não pode ser adaptada a outros lugares.
  As obras são um elo a mais no sistema de relações em que interagem múltiplos fatores ideológicos, sociais e históricos e, em essência, a obra se integra ao local e à comunidade
      Le interesa la integración de las artes y la relación con la arquitectura  es permanente. Su biblioteca personal está conformada en gran parte por revistas especializadas en arquitectura contemporánea francesas.
O Ministério da Educação francês, pioneiro na construção de escolas e faculdades, comprometido com a ideia que as crianças e os jovens receberiam um impacto de sensibilidade artística que manteriam ao longo de suas vidas. 900 projetos foram aprovados depois de 1960 e é com base no 1% que Magda Frank iniciaria uma relação que perduraria toda a sua vida com os membros do Ministério da Cultura francês e arquitetos como Juan Balladur, que escreveu vários artigos sobre a relação entre arquitetos e artistas e a mencionou em seus textos. Magda Frank fez nove obras para estabelecimentos do sistema educacional francês.

Faculdades e escolas secundárias estão dentro desta proposta paradigmática de 1% e com as orientações e alinhamentos para a obra específica para o local. O restante de suas esculturas foi colocado em prédios públicos, como quartéis e casas comunitárias, nas praças e parques públicos, bem como residências particulares da capital francesa.

Ela se interessa pela integração das artes e a relação com a arquitetura é permanente. Sua biblioteca pessoal está composta em boa parte por revistas especializadas em arquitetura contemporânea frances
Ela se interessa pela integração das artes e a relação com a arquitetura é permanente. Sua biblioteca pessoal está composta em boa parte por revistas especializadas em arquitetura contemporânea frances
Em 1969 André Malraux, ministro da Cultura de 1958 até aquele ano, preocupado com os problemas de todo tipo criados pelo 1% e, em especial, com a qualidade indispensável que as obras deveriam ter, cria uma comissão encarregada de estudar os procedimentos necessários para a execução dos projetos. Era composta por ministros, artistas, prefeitos e críticos d
Realiza numerosos projetos e perspectivas arquitetônicas, que estão conservados no arquivo de seu museu e que nos permitem chegar à conclusão de que era atraída e
se interessava pelo projeto urbanístico e arquitetônico. Desde 1962, a artista trabalha a integração do espaço na escultura monumental e projeta maquetes em que cria esculturas nas quais o espectador pode passear.

A escultura no século XX. Os materiais e a técnica.

A escultura monumental no início do século XX se mantém conservadora, diferente da pintura e das esculturas que estão expostas em museus ou salas de exposições. Apesar dos trabalhos de Rodin, Maillol ou Brancusi terem aberto novos caminhos, eles permaneceram isolados.
Via de regra, os artistas se consideram artistas do Renascimento usando materiais nobres como a pedra e o bronze. Apesar de haver exceções à regra, como quando Gabo esculpe em nylon, Pevsner em vidro e Moholy Nagy em plexiglas, a maioria dos escul tores trabalha em materiais utilizados pelo homem desde o início da Idade da Pedra.
Via de regra, os artistas se consideram artistas do Renascimento usando materiais nobres como a pedra e o bronze. Apesar de haver exceções à regra, como quando Gabo esculpe em nylon, Pevsner em vidro e Moholy Nagy em plexiglas, a maioria dos escul tores trabalha em materiais utilizados pelo homem desde o início da Idade da Pedra.:
Via de regra, os artistas se consideram artistas do Renascimento usando materiais no bres como a pedra e o bronze. Apesar de haver exceções à regra, como quando Gabo esculpe em nylon, Pevsner em vidro e Moholy Nagy em plexiglas, a maioria dos escul tores trabalha em materiais utilizados pelo homem desde o início da Idade da Pedra
Ela se interessa “pela imperfeição do humano” em que o corpo dialoga com a matéria, não delega para outras mãos sua criação e não utiliza ferramentas mecânicas
Da pedra emerge a obra, mas não pela transposição de um esboço prévio, porém pequeno,e sim por “…peço à pedra que me revele o que ela contém…”.
Trabaja en las canteras, utiliza desde 1964 las piedras calcáreas duras de Euville, el mármol  del valle de Ossau en Francia y los mármoles grises de Portor, de Italia Em uma entrevista dada em Grenoble, a artista fala de sua relação com a pedra. Ela não a percebe como uma adversária a quem deseja dominar, é uma amiga, uma companhia, uma mestre que a escuta. Prefere as pedras coloridas por terem uma voz quente. “As pedras brancas têm voz pobre, sem calor, não têm nada para dizer…”.

Foto de magda con la piedra elegida.

 
A escultura depende da matéria, e por isso ela escolhe os blocos pessoalmente, estabelece uma relação pessoal com cada bloco que entalha. São longos dias de “comunicação com a pedra”.

Ela se interessa “pela imperfeição do humano” em que o corpo dialoga com a matéria, não delega para outras mãos sua criação e não utiliza ferramentas mecânicas.

Da pedra emerge a obra, mas não pela transposição de um esboço prévio, porém pequeno, e sim por “…peço à pedra que me revele o que ela contém…”.

Ela pratica o entalhe direto. É mestre do cinzel, esculpindo em escala monumental, e procura retirar o mínimo de material possível do bloco, abandonando-se à morfologia do material.

Realiza la secuencia creativa desde el inicio al fin. Sus obras poseen  la impronta del bloque de piedra que les da origen y la talla produce un  equilibrio visual  armónico entre las luces y las sombras que van variando en el transcurso del día. Respeta las texturas de las piedras y las potencia.

Ela pratica o entalhe direto. É mestre do cinzel, esculpindo em escala monumental, e procura retirar o mínimo de material possível do bloco, abandonando-se à morfologia do material.

A artista realiza a sequência criativa do início ao fim. Suas obras trazem a pegada do bloco de pedra que lhes deu origem e o esculpir produz um equilíbrio visual harmônico entre as luzes e as sombras, que variam de acordo com o passar do dia. Ela respeita as texturas das pedras e sua potência.

Não poderíamos considerá-la uma escultora de vanguarda, e sim como uma escultora contemporânea que manejou seu ofício e a técnica da escultura de entalhe direto de forma excepcional. Trabalhou quase vinte anos em suas obras monumentais. Não são muitos os anos em que os escultores podem se dedicar a esculturas de grandes dimensões pelos requisitos físicos e pela força corporal exigidos por esta técnica


[8] Martín Pinchis, Escultura- Arquitectura, en Architecture Formes Functions, Editions Anthony Kraft,  1967-1968, Lausanne Suisse,  pp. 135-137

[9] René Ballet, 15 escultores en Grenoble, Artículo en la  revista Constellation, Le monde vu en francais,       

[10] Ibidem  diciembre 1967, N◦. 236,  Impreso en Mondadori, Verona, Italia. Abrochado en Bordard et Taupin, París.  pp 112-124.

 

 

 

 

LA ESCULTURA MONUMENTAL Y SU UNIVERSO SIMBÓLICO 1964- 1983


1-1964. El Simposio de Esculturas de Portoroz (ex Yugoslavia, actual Eslovenia)


 
La Bienal de Arte contemporáneo Forma Viva  se inició en 1959 en la pequeña ciudad austríaca de St. Margarethen y se continuó  en Eslovenia desde 1961. Esta Bienal  ha cumplido cincuenta años  y en la actualidad la organiza la galería Oblane en el llamado Parque de esculturas al aire  libre -Forma Viva open air museum- [11]  en la colina de Sezza o Seca.
En 1964 Magda Frank fue invitada a este  Simposio de Esculturas de Portoroz, junto a otros escultores de  diferentes nacionalidades como Japón, Irlanda y Eslovenia.
Tuvo la oportunidad de participar en los inicios  de esta convocatoria y ser  una de las primeras artistas en realizar su obra en dicha localidad.  
La consigna  del simposio era trabajar al aire libre en una colina,  en piedras de gran tamaño,  a la vista del público. Magda  elige un bloque  de tres metros de altura,  la medida más grande que la  cantera de Istria podía ofrecer.  
Como modelo se inspira en una talla en  madera  que había realizado en la  ciudad  de Bariloche, Argentina. Una madera que le había regalado un carpintero húngaro de aquella alejada ciudad, pero  que fue sólo un punto de partida, ya que la piedra a tallar era cien veces más  grande.
Muchas circunstancias  se  conjugaron para  que esta obra estuviera signada por referencias de su pasado. Cumplía cincuenta  años, realizaba su  primera  gran escultura monumental y siente  que  luego de tanta lucha podía iniciar una nueva etapa.
Recuerda que un día, camino hacia  la  colina,   recibe  una señal  en el agua, al divisar  un pájaro blanco muerto con las alas abiertas. Pensó que era  un mensaje que  debía  interpretar.
Agua y ave son símbolos  universales que se asocian a la vida y a la muerte. El agua en la India se considera el elemento  mantenedor de la vida y  para los cristianos el simbolismo del bautismo se asocia a  la vida y la resurrección. El pájaro es símbolo de la altura, del principio espiritual, representa los estados superiores del ser. Se asocia al alma.
         1964. , 3m de altura. Mármol de Istria., Portoroz, actual Eslovenia
Sintió que debía terminar la gran piedra y que sería la piedra sepulcro de su hermano Béla. Talló en ella la frase: “Espíritu de la tierra, guarda el recuerdo de mi hermano Béla torturado a muerte por los nazis”.
La  escultura, cenotafio simbólico, como los menhires monolíticos de la prehistoria,  nos remite  al juego de  formas geométricas entrantes y salientes,  a  aristas  que se imbrican y a formas  sígnicas  en diagonal que zigzagean y frenan el empuje de lo ascensional.
El ritmo compositivo es equilibrado y lo  táctil  se evidencia en  la textura de la propia piedra exacerbada por el cincel de la escultora. 
[11] International Sculpture Symposium ‘Forma Viva’  Seca, Portoroz 2010. Organizer: Obalne Galerije Piran. Place: Forma Viva Open Air Museu,  info@obalne-galerije.si;  www.obalne-galerije.si

1967. EL SIMPOSIO INTERNACIONAL DE ESCULTURA MONUMENTAL DE GRENOBLE

     Luego de la segunda guerra mundial, en 1952, se realizó  el Congreso por la Paz de Viena. La idea de convocar  un simposio internacional  de esultura monumental responde a la necesidad de integrar el arte público con los habitantes del lugar y crear circuitos artísticos  alternativos. Surge la necesidad de integrar el arte a la vida, al ser humano, a lo universal. Se multiplicaron los simposios internacionales con la intención de  construir “museos sin muros.”[12]
    En el verano del 67 se organizó el Primer Simposio Internacional de Escultura Monumental de Grenoble, mientras la ciudad se preparaba para recibir los Juegos Olímpicos de Invierno del 68,  que fueron  el pretexto para construir nuevos edificios:   la villa olímpica, el centro de prensa, la casa de la cultura, el palacio de exposiciones, el campus universitario  y tres torres
     Fue Bernard Gilman encargado de las Bellas Artes y de los Asuntos Culturales y alcalde adjunto de Grenoble  -1965 a 1977-  quien  propulsó la idea de  introducir obras de arte en el entorno cotidiano. La elección de Grenoble como ciudad  fue  el paradigma de la modalidad del 1%, ya que todo se construyó bajo ese sistema y con las premisas de ubicación de las obras  en el espíritu  del  sitio específico. Los artistas trabajaron dos meses en el lugar, en contacto con la gente y sus obras se emplazaron de común  acuerdo con los arquitectos,  urbanistas y  paisajistas asistentes al evento.
      La elección de los escultores  estuvo a cargo de Denyse Chevalier,  crítico de arte y presidente del Salón de la Joven Escultura. Los artistas seleccionados debían presentar un dossier con las ideas, fotos y firmar el  compromiso con el proyecto  oficial.
1967,Progresión Geométrica. 
 3,50m x 0,90m x 0,60m. Piedra de Pouillenay
Cité des Alpins. Rues de Stalingrad et des Allies.
Frente a  la residencia de personas mayores. Grenoble. 
     Nos cuenta Magda que fue  el  simposio más triste  de su carrera. Habían  seleccionado e invitado a  quince artistas  de  diferentes países, ella representaba a la Argentina.
 
     Morice Lipsi,  escultor que había participado  en 1963 del Simposio de Tokio  y era el presidente de la sección francesa de la Federación Internacional de Simposios de Escultores  no aprobó su nominación. Finalmente pudo superar el inconveniente y fue la única mujer escultora de todo el grupo.
      Participaron quince artistas de once países: tres franceses, dos italianos, dos húngaros, un griego, un holandés, un rumano,  un checoslovaco,  un suizo, un canadiense, un japonés y Magda.  
     Fue llamada “la dulce”[13] en  las publicaciones de la época. Trabajó la piedra junto a ocho de sus colegas;  el resto eligió otros materiales: tres el hormigón, dos el metal y uno la madera. La mayoría de las  obras pesaba cerca de quince toneladas.
     Su escultura  es la única ubicada en la Cité des Alpins o Quartier des Alpins, las demás se ubicaron alrededor del hotel de la ciudad, en la estación, en la prefectura, a la entrada de la terminal de  autobuses, alrededor de la casa de la cultura, en la villa olímpica y  en la feria.
   “Para ser original hay que volver a los orígenes”[14] –comenta Magda- por lo que un  ascetismo geométrico se vivencia en su obra, en la unión simbólica de la piedra y el ser ancestral
     Su escultura es una piedra monolítica de más de tres metros de altura.  Cada cara está trabajada como un bajo relieve. La tercera dimensión está sugerida por las líneas que conforman grecas, símbolos esquematizados del agua  o símbolos de  los cuerpos de serpientes entrelazadas que nos remiten  al  dios Kukulkán de los mayas mesoamericanos.
     Su escultura  convive en Grenoble, ciudad llamada “un museo sin muros” [15]  con   obras de artistas internacionales de la trayectoria de Alexander  Calder o   Victor Vasarely.
     Este Simposio internacional le permitió  conocer a los miembros del Ministerio de Cultura Francés, a los arquitectos y urbanistas que  serían  sus  futuros comitentes.

[12] Un musée sans murs. Le premier Symposium francais de sculpture. Grenoble, été 1967,  Musée  Dauphinois, Magazín,  Centre National d´ Art contemporain de Grenoble, Mars 1998.
 

[13] René Ballet, 15 escultores en Grenoble, Artículo en la  revista Constellation, Le monde vu en francais,  diciembre 1967, N○. 236,  Impreso en Mondadori, Verona, Italia,  Abrochado en Bordard et Taupin, París.  pp 112-124,

 


[14]  Un musée sans murs, op.cit.

 


[15]  Grenoble. L´art dans la cité, editado por la ciudad de Grenoble. Textos de Genevieve Gergaud, fotografías de Semeniako. Impreso en Grenoble por Dardelet. Sin fecha.

 


1968 MUNICIPIO DE BOULOGNE-BILLANCOURT ISLA DE FRANCIA. DEPARTAMENTO DE ALTOS DEL SENA.

Las obras realizadas por arquitectos y artistas en el espacio público constituyen el patrimonio tangible de una ciudad.[16] Mejora  la calidad de vida de sus habitantes, a veces de manera no consciente, en cuanto a que se graban en la retina los juegos de formas, colores y ritmos..  
Magda Frank realiza una escultura de dos metros de altura, en piedra calcárea,  para la entrada de un edificio de  la calle Vauthier, número 15, del Municipio de Boulogne- Billancourt, al oeste de París.
Quizás el hecho de ubicar su obra  frente a una vivienda familiar, en el jardín,  la motivó a retomar  la figura humana.  Parte de la figuración  y llega a un geometrismo constructivo.  
Reproduce la   imagen- una madre con su hijo-  de un pequeño bronce realizado en 1953, perteneciente a la colección particular del Dr. Roger Pérez, en Paris.
Cuenta la anécdota, en el video realizado en 1988, que cuando terminó de ubicarla
pasaron dos mujeres con sus hijos  y se preguntaron ¿qué será eso?,  los niños contestaron rápidamente: es una madre con su hijo.
Sin título, 1968, 2m de altura.  Piedra calcárea. Municipio de Boulogne-Billancourt, 15, calle Vauthier, Isla de Francia. Departamento de Altos del Sena.
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La referencia iconográfica cobra nueva vida. La materia pétrea, la monumentalidad,  el juego de los espacios negativos que alternan con la piedra positiva y la definición del cuerpo humano en base a rectángulos y  cubos,  nos recuerda la   histórica frase  de Cézanne que postulaba que el cuerpo humano podía representarse en base a la adición de cubos, cilindros y esferas.
El juego de rectángulos salientes del rostro, los senos y parte de su vestimenta producen un ensamblado  constructivo de sólida presencia. 
El cuerpo femenino nos remite a  la mujer universal,  a la fertilidad, a la madre tierra: potente, severa y rotunda;   pero también a la  visión contemporánea de la mujer  en el siglo XXI.

[16]   L´art et la ille-art dans la vie, L´espace public vu par les artistas en France et a l´étranger depuis 10  

      ans, Catálogo de la exposición realizada por el Servicio de la Creación Artística del Ministerio de  

      Cultura  y  de Comunicación y la Secretaria General del Grupo Central de ciudades nuevas, La 

      Documentation  Francaise, 1978,  París.  

1971 MUNICIPIO DE BOULOGNE-BILLANCOURT .

Esta es la primera obra que realiza para un edificio de educación media francés.
Saint-Romain de Colbosc es una comuna  en la región de la Alta Normandía, en el departamento del Sena Marítimo, en el distrito de Le Havre.
Utiliza la piedra de las canteras de Euville. Todos los días trabaja largas horas  para elegir los bloques. Los golpea para saber si tienen fallas.
Se visualiza una estructura geométrica a través de  un grafismo lineal. Un  ritmo de diagonales le otorga una gran potencialidad a la talla y la textura evidencia los golpes constantes y sucesivos del cincel.
Aquí se da la conjunción de lo simbólico prehispánico en el territorio francés. Sincretismo cultural de América y Europa.
Retoma el modelo iconográfico utilizado en el Simposio Internacional de Grenoble. Es una piedra monolítica tallada en sus cuatro caras. Las laterales con profundas líneas  incisas y en las caras frontales  los símbolos que podrían asociarse con el cuerpo de  serpiente del   dios maya Kukulkán, pero que  llegan sólo hasta la mitad de la altura de la obra. Remata la escultura con la figura del  ave geometrizada. Una síntesis ornitomorfa que nos remite a las figuras de la Puerta del Sol de Tiahuanacu en Bolivia. La serpiente y el ave son considerados animales sagrados en el panteón mesoamericano y andino.

Foto Doc 

 Sin título, 1971, 2,50m de altura.  Piedra de Euville

C.E.S. College d´Enseignement Secondaire., (Colegio de enseñanza secundaria)

Saint- Romain de Colbosc (Seine Maritime)

1972 CIUDAD DE PARÍS. 14◦, 139, RUE DE L´OUEST.

Sin título 1972, 2,50m de altura.  Piedra de Euville, 139, calle  de l´Ouest, Ciudad de París.  Barrio 14◦

 

Cómo en el caso de Boulogne-Billancourt esta obra se emplaza en  un edificio de  viviendas particulares.

El edificio fue realizado por el arquitecto Jean Balladur, con quien mantuvo una larga amistad y relación profesional. Es quien en 1987 conforma la Asociación Amigos de Magda Frank, en París, para promover la obra de la artista. [17] Integraban  dicha Asociación   destacados profesionales como Marc Gaillard (escribano)  Pierre Chesnais (artista),  Pierre Desaunais (Ingeniero), Jacques Huberdeau (ingeniero) y  Marie Louis Lallier (artista).

Retoma desde lo simbólico a la pareja universal,  un abrazo  íntimo,  un coloquio unido por la piedra. No hay vacío entre las figuras y la síntesis geométrica, en base a fuertes rectángulos enfrentados,  nos trasmite una rotundez y un afirmarse en lo terrenal, un enfrentamiento y una unión.

Según Magda  la escultura debe despertar sentimientos en el espectador, los mismos que ella sintió cuando lentamente tallaba la piedra  por meses. Estos sentimientos se deben  poder transmitir,  sino es una piedra vacía.

Se impone  la fuerza y presencia de la forma geometrizada de los seres humanos unidos y aislados del resto del mundo, creando su propio mundo,  figuras sagradas quizás… Es una escultura  que se engrandece y  obliga al espectador a recorrerla para poder abarcarla visualmente en toda su potencialidad.

[17] Declaración de la Asociación Amigos de Magda Frank. Archivo Museo Magda Frank

Sarán es una comuna en el departamento del Loiret, en el centro norte de Francia, cercana a Orleáns. Es la segunda obra que la escultora  realiza para un colegio de enseñanza media.
Cuenta que cuando trabajaba  en la cantera de Euville,  luego de haber elegido el bloque y cuando la parte más importante del mismo estaba tallada, se dio cuenta que el dibujo que había realizado, lo había pasado al revés sobre la piedra. Su compromiso con la forma  era tal,  que sintió que no podía continuar y una gran desesperación le invadió su espíritu. Ya era una más entre los picapedreros que trataron de ayudarla y quienes  con  seguridad  hablaron con el director  de la cantera que le ofreció otro bloque para tallar.
Todos los trabajadores  le profesaban  admiración y respeto;  ver a esa pequeña  y dulce mujer largas horas tallando  la roca, no era común. Se abrazó a todos y se sintió hermanada en ese amor a la piedra que el hombre entabla con la naturaleza desde el inicio de la humanidad.
Abandona  la forma prismática vertical y trabaja la horizontal. Independiza el símbolo y lo lleva al ascetismo más riguroso.  Aquí se entabla el diálogo entre dos cuerpos geométricos  definidos, llevados a su máxima simpleza, el ave y la serpiente se unen y se recortan contra el cielo ubicándose en el  supra mundo de la cosmovisión precolombina. Muchas versiones a escala reducida  y en distintos materiales realizó de esta escultura. Varias se encuentra en su  museo de la ciudad de  Buenos Aires.

[18] Catálogo Magda Frank, Témoignage d´une vie de création, Editions Sermadiras, Francia, sin fecha. 

Sin título, 1973, 2m  x 2m x 1,60m de altura.  Piedra de Euville

C.E.S. Collége d´Enseignement secondaire général Saran,(Colegio de enseñanza secundaria General Saran),Saran – Orléans, Loiret

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1974. C.E.S. COLLÉGE D´ENSEIGNEMENT SECONDAIRE FERRIERE-LA- GRANDE (NORD)

1974 es un año fecundo en su producción. Integra  dos esculturas monumentales a  colegios   
Ha elegido para cada uno de estos colegios bloques de piedra que tienen entre dos y tres metros de altura, pero los ha diferenciado claramente en su morfología. 
En Ferriere-La –Grande retoma la forma totémica vertical y trabaja sobre la ascensionalidad.  Talla la piedra  como un gran pilar o estela y lo divide en tres secciones: la basa,  el cuerpo y el capitel. Se visualiza  un diseño de imbricación de formas mas elaborado en el remate del segmento superior.
La inclusión de las líneas curvas, dos semicírculos opuestos oradados en la base y en el remate,  nos lleva a recorrer la obra con un ritmo musical ascendente que se complejiza en el  registro superior, donde dos formas se contraponen, pero no pueden ensamblarse ya que son un rectángulo y un círculo.

Sin título 1974

2,30m de altura. Piedra de Euville

C.E.S. Collége d´Enseignement secondaire

(Colegio de enseñanza secundaria) Ferriere-La- Grande (Nord)

1974. C.E.S. COLLÉGE D´ENSEIGNEMENT SECONDAIRE
ALBERT CALMETTE, RUE FIRMIN-DELAGE EN LIMOGES (HAUTE-VIENNE)

Sin título  1974. 2,50m de altura. Piedra de Euville

C.E.S. Collége d´Enseignement secondaire

(Colegio de Enseñanza secundaria) Albert Calmette,

calle Firmin-Delage, Limoges (Haute-Vienne).

 

En Limoges [19]   el Colegio Secundario Albert Calmette fue realizado por los arquitectos R. Blanchot y O. Ohanessian[20]   

 

Magda utilizó  para el Liceo Calmette la tipología del monumento totémico que realizó en Grenoble.  Repite las diagonales  encontradas creando un ritmo, quizás no tan ascensional,  porque la piedra tallada tiene menor altura. Son pocos los detalles que modifica.

El artista posee la propiedad intelectual  de su creación estética. Puede repetirlo todas las veces que quiera  -como lo  hizo Rodin con el Pensador-;  agrandarlo, achicarlo, modificar un leve detalle y salvo que ceda sus derechos puede repetir sus modelos cuantas veces  lo  considere necesario.

[19] Capital histórica de la provincia actualmente francesa del Lemosin y prefectura del distrito de Limoges.

[20] Planos del Ministerio de Educación donde figura que la decoración del 1%  está a cargo de  Magda Frank. Archivo. Museo Magda Frank. Buenos Aires.

1975. VÉGÉTATION (SEGÚN EL PLANO ORIGINAL)
C.E.S. COLLEGE D´ENSEIGNEMENT SECONDAIRE FINOSELLO LYCÉE.
AJACCIO, CÓRCEGA, FRANCIA.

Es interesante ver cómo el programa de construcción y ornamentación artística de colegios y liceos  llevado a cabo por el Ministerio de Educación, la convocó a Magda hasta la isla de  Córcega para su liceo de Ajaccio[21].  Son años de esfuerzo y producción, también  participa de una exposición de artistas húngaros en París.

 

En 1974 firmó en Ajaccio el contrato con el Ministerio de Suministros y Equipamiento de alojamiento y Turismo, del Departamento de Córcega,  por el que se comprometía a realizar una escultura en piedra calcárea de 2,40m de altura sobre un basamento del mismo material. [22] La escultura según el contrato se llamaba Végétation.

 

El título mencionado  no referencia a la escultura realizada,  no podríamos relacionarlo con una representación fitomorfa, quizás un ángel sobre un caballo?  En una crónica de época se mencionó que el día de la inauguración la artista contestaba afirmativamente a todas las interpretaciones que le proponían los integrantes del C.E.S.: una pareja, un navío con las letras CES, una divinidad solar maya….,

Realizada en piedra de Poullenay  la escultora genera una diagonalidad sobre la que construye el eje que da  forma y  vida a  un ser  alado que  avanza  enfrentando quizás el destino o un  peligro que debe vencer.

 

Decodificar los símbolos de  una  obra de arte  permite una lectura abierta, un sinnúmero de interpretaciones. Es en definitiva un cuerpo  pétreo monumental.

[21] Municipio, capital del departamento de Córcega del Sur.

[22]  Contrato original. Archivo. Museo Magda Frank. Buenos Aires

Vegetación,  según el contrato. 1975

 2,50m x 1m x 0,80m. Piedra de  Pouillenay

College d´enseignement secondaire Finosello

Liceo.Ajaccio, Córcega, Francia.

 

1976. LYCÉE LOUIS PASTEUR 151, BOULEVARD LOUISE-MICHEL SOMAIN (NORD)

Sin título 1976, 3m  de altura. Piedra de Euville, Lycée (Liceo) Louis  Pasteur ,151, boulevard,Louise-Michel, Somain (Nord)

Los encargos oficiales continuaron  y en el corriente año realiza dos esculturas monumentales para nuevos liceos franceses,  así como también  participa como invitada en exhibiciones de museos (Musées de Pau y de Calais)  y del Festival de Arte Contemporáneo en Allones.

Su escultura monumental se afirma en  la abstracción constructiva, esa búsqueda consciente de las formas geométricas y sus cánones de representación  se asocian armoniosamente   a la arquitectura educacional de la época.

Somain es una comuna en el noreste de Francia y el Liceo Pasteur fue construido en base a estructuras de vidrio circulares,  con ejes verticales,  que funcionan como soportes estructurales de la techumbre plana.

Magda crea una escultura que dialoga con el edificio,  pero en base a estructuras de piedra de diferentes alturas apoyadas sobre una importante base circular que contrasta por su tectonismo con la arquitectura vidriada.

Las formas geométricas se superponen abriendo los ejes estructurales  en forma de delicado abanico de plumas, como los  usados por los mexicas en Tenochtitlán.

La estructura abandona la forma de pilar  histórico, de base ancha, y se transforma en  estípite manierista. Un enriquecedor contraste  se evidencia entre  la textura del basamento  cubierto por incisas diagonales -que se repiten y alternan-,  con la  textura de trazo más corto que se visualiza en el resto de los bloques. Se  produce una armonía en el  juego de luces y sombras perfectamente enlazadas

1976 Lycée (Liceo) Edmond Rostand, Bagneres-de-Luchon, Haute Garonne.

En 1975 firma un nuevo contrato con el Ministerio de Educación a través de la Dirección del  Departamento de Equipamientos de la Haute Garona, para ornamentar – a través del 1%- el Liceo Polivalente de Bagneres de Luchon [23].
Trabaja en la cantera y acompaña la obra en el camión  hasta la puerta del Liceo. Allí se despide  diciéndole “… que la defendiera cuando ella no existiera más que en su obra”.
Las formas nos remiten a una obra realizada en cemento ligero en 1965 de 1,20m de altura que se encuentra en el Museo de Bellas Artes de Budapest.
La escultura en piedra es  abstracta,  por su horror vacui, nos recuerda a las tallas en piedra de la cultura andina de  Chavin,  en su centro ceremonial de Huantar – Perú-,   donde se encuentra el enigmático  Lanzón. Aquí no es la piedra andina,  sino la de los Pirineos franceses,   usa un mármol gris de Arudy.
El ritmo ortogonal se  frena por  los juegos de diagonales y  triángulos. Vuelve a la austeridad de la recta, abandona los cuerpos curvo

[23] Contrato original. Archivo Museo Magda Frank. Buenos Aires.

Sin título, 1976

3m de altura.  Mármol gris de Arudy

Lycée (Liceo) Edmond Rostand,

Bagneres-de-Luchon, Haute Garonne.

1977. C.E.T. COLLÉGE D´ENSEIGNEMENT TECHNIQUE HOTELIER METZ-BORNY

El ritmo ortogonal se  frena por  los juegos de diagonales y  triángulos. Vuelve a la austeridad de la recta, abandona los cuerpos curvo

Participa también en el Salón de Mayo realizado en París y en la exposición Dialogue organizada por la UNESCO.

Siete años antes había realizado una obra, en cemento ligero,  de 0,30m  de altura que nos recuerda, desde lo simbólico,  al quetzal papalotl (quetzal mariposa)  del  pectoral que llevan los atlantes de Tula en el pecho,  realizados por la cultura Tolteca en el valle de  México

Las referencias a lo precolombino siempre están  presentes, desde lo mítico y lo simbólico en la obra de Magda

Aquí, en el espacio negativo propio de la escultura, al que no puede ingresar el espectador, se visualiza a través de las  alas de las figuras simbólicas,  unas formas superpuestas geométricas,  que quedan en la semipenumbra,  como si fuera una visión del esqueleto interno de la obra.

Éste motivo simbólico lo repetirá en Pecs, Hungría.

 

FOTO/ EPÍGRAFE
Sin título
1977
2,50m  de altura.  Piedra de Euville
C.E.T.  Collége d´Enseignement technique hotelier
(Colegio de enseñanza técnica en hotelería)
Metz-Borny

1978 College Nat Berck-sur-Mer

Continúa trabajando para colegios  ubicados en toda Francia. En este año ubica dos de sus esculturas monumentales en Berck-sur-mer, comuna en el departamento del Pas de Calais.

Por intermedio de la Prefectura de dicho departamento  Magda Frank  va a trabajar a la Costa Azul y solicita autorización para exhibir la escultura en los jardines del Palais Royal, en la primera Trienal Internacional de Escultura, antes de ubicarla en  Berck.

Magda habla de su obra y dice: “Esta escultura es un cuento, contado por las formas plásticas que son mi lenguaje y no por palabras pertenecientes a la literatura. Es una figura imaginaria nacida en mis sueños, luego de un viaje a Berck. Son los recuerdos del  mar y del viento que le dieron  vida a esta piedra monumental, extraída de la cantera de Vers, cerca de Pont du Gard.[24]

Emplea en este caso formas simples, ritmos puros, creando entre los sueños  y la piedra un diálogo apasionante.

FOTO/ EPÍGRAFE

Sin título

1978

……..Piedra

College  (Colegio) Nat

Berck-sur-Mer

[24] Artículo de J.P. Lantheaume,  L´art qui vit dans les écoles , Magda Frank realizó en Menton una obra   para el CES de Berck, sin fecha. Artículo del Archivo del Museo de Magda Frank. Buenos Aires.

1978. C.E.S. COLLÉGE D´ENSEIGNEMENT SECONDAIRE LYCÉE DE DECAZEVILLE BERCK-SUR-MER ???

En 1975  R. Gleize, arquitecto  en Jefe de construcciones civiles y palacios nacionales, primer gran premio de Roma, realizó los planos para el Liceo de Decazeville.[25]

[25]  El constructor fue Balency- Briard. Plano original. Archivo  Museo Magda Frank. Buenos Aires.

Magda talla esta obra bajo la modalidad del 1% y para estar en sintonía con Gleize crea una obra de vanguardia. Esta escultura es  recorrible y se articula con el espacio. Trabaja la piedra de Pont du Gard y maneja diez toneladas de material.

Sobre un basamento circular se distribuyen las figuras sedentes,  custodios, como esfinges egipcias, de  tres postes totémicos,  obeliscos o  chamanes de pie. 

Articula a través del número tres  la relación canónica,  entre todos los elementos; el 3 es un número trascendente para la cábala, el cristianismo y otras religiones orientales. 

El incluir al espectador en el espacio de la propia escultura y hacerla habitable la transforma en una escultura-arquitectónica, ya que la noción de “espacio para ser habitado por el hombre” es esencial  al concepto de arquitectura

En la década del sesenta realizó varias maquetas que llamó “esculturas habitables”.  Las realizó en cemento liviano y a escala reducida iniciando este concepto de transformar a la arquitectura en una  escultura monumental. Interpreta los espacios que anima.

FOTO/ EPÍGRAFE

Sin título

1978

………Piedra de Pont du Gard.

Lycée (Liceo) de Decazeville

Berck-sur-Me

[25]  El constructor fue Balency- Briard. Plano original. Archivo  Museo Magda Frank. Buenos Aires.

1979 MAISON DU CONSEIL RÉGIONAL PÉCS, HUNGRÍA. (MEGYEHÁZA)

Fue un año  de reencontrarse con  su país natal. La convocaron para realizar varias exposiciones y colocar la escultura monumental en la Casa del Consejo Regional de Hungría. Ya había presentado sus trabajos en 1975 en la Exposición de Artistas Húngaros en París.

Pecs es una ciudad con dos mil años de historia y en la que los monumentos romanos se erigen al lado de construcciones medievales y es sede de la  universidad más antigua de Hungría.

Esta atmósfera de historia, antigüedad y estudio con seguridad le trajo a Magda la posibilidad de recordar su infancia y eligió  retomar para su escultura  un modelo iconográfico que ya había utilizado para  Metz- Borne.

Las formas aladas dominan la escultura y ésta imagen iconográfica que ya la identifica y la  define  permite claramente asociarla con un universo de formas y símbolos de la historia de la humanidad y muy especialmente de América precolombina.

FOTO/ EPÍGRAFE

Sin título

1979

……..

Maison du Conseil Régional

(Casa del Consejo Regional)

Pécs, Hungría. (Megyeháza)

1980. ESCULTURA- FUENTE PLACE DES ARMURES GRUISSAN (AUDE)

Gruissan es una comuna del departamento de Aude, en el sudoeste de Francia, con un pequeño puerto que la convierte en  ciudad balnearia. Su arquitectura es la mediterránea  de baja altura y con diseño geométrico en volúmenes blancos y  predominio de aventanamientos.

El arquitecto Renard Gleize la convoca para realizar una fuente, ya habían trabajado juntos en  Berck-sur- mer. Firma el contrato en 1980 con la Sociedad de Economía Mixta de equipamiento y suministros de L´Aude. [26]

Magda  tiene sesenta y seis años; hizo muchos dibujos recorriendo el lugar para  reconocer la arquitectura, los espacios abiertos y para que su fuente estuviera en concordancia con el estilo edilicio. Claramente responde a los objetivos de sitio específico por lo que realizará una obra para dicho lugar  y no otro,  de acuerdo a la  identidad,  la historia,  el espacio propiamente dicho y a los habitantes de la ciudad.

Retoma  el concepto de “Montaña Sagrada”  de las culturas andinas. Las montañas eran los reservorios de agua que en épocas de verano, de deshielos,  producían el agua que se necesitaba en  los valles y costas para la vida. Las pirámides mesoamericanas nos refieren al concepto de montaña y en esta fuente, cuya agua corre por su interior-exterior,  se corporiza el mito. Es el “espíritu de la montaña” el “corazón de la montaña sagrada”.

En sus cuatro caras la escultora orada la piedra creando oquedades, como si fueran grutas  y en la parte superior  de cada una de ellas talla una punta de lanza,  simbólica,   que dirige nuestra  mirada  hacia el  orbe celeste.

Estructurada la piedra en tres registros decrecientes, del corazón de la misma brota el agua. Comenta Magda que era  una de las obras que más amaba, quizás por el exclusivo entorno de la fuente, en el centro de un rond point, como mandala urbano o  por la presencia del agua que se asocia a esa relación piedra-agua, sagrada en todas las culturas.

La  escultura- fuente aporta  el movimiento del agua  en ese fluir permanente que todo lo transforma; también aporta  el sonido  del agua, que se potencia ya que las piedras juegan como una caja de resonancia.   El agua se asocia con la vida y en ese corazón simbólico es  “como la sangre que corre por mi cuerpo…mi  vida se escurre como el agua, pero queda algo de ella dentro de la fuente.”[27]

FOTO/ EPÍGRAFE

Fuente- escultura

1980

3m x 1,20m x1,20m. Piedra caliza. Place des Armures, Gruissan (Aude)

[26] Contrato. Archivo Museo Magda Frank. Buenos Aires

[27] Palabras de Magda Frank en el video realizado en el año 1988.

1981. CASSERNE DES PARACHUTISTES TOULOUSE

Sin nombre, 1981, …….. Piedra, Casserne des Parachutistas, (Cuartel de Paracaidistas), 9e. régiment de chasseurs parachutistes (9◦ regimiento de cazadores paracaidistas) Toulouse

Este histórico  cuartel  de Toulouse,  en una de las comunas francesas de más alta densidad poblacional, era la sede  de quienes  conformaron una famosa  unidad del ejército francés, el Regimiento de Cazadores Paracaidistas  que participó, entre otras,  en la segunda guerra mundial, la guerra de Argelia y  el Líbano.

En 1981 firma el contrato con el Departamento de Equipamiento de la Haute-Garonne, que se encargaba de la coordinación de las bases aéreas. La artista debe realizar un conjunto escultórico monumental para el cuartel,  en la parte central de los espacios verdes, respetando la maqueta que había presentado a la Comisión Central de Decoración Artística en 1980, compuesta de cinco piezas de hasta 4m de altura. El basamento estaba a cargo de la administración.[28]

 

La obra que Magda corporiza  la asocia al aire, al vuelo de las aves, al paracaidismo

Es una escultura recorrible con una escalinata de acceso a un basamento sobre el cual apoyan tres bloques de piedra, dos claramente alados y el frontal, cuyas alas se dibujan  contra el cielo, tiene una espada,  la espada de Marte  -el dios  histórico de la guerra-.

Es una espada cuyos  perfectos y filosos contornos se recortan en la piedra y permiten el paso de la luz.  Es una espada de luz. La piedra, como en las catedrales góticas,  pierde peso por la ascensionalidad y se  integra al espacio circundante.

La posibilidad de observar cada bloque, desde el espacio propio de la escultura,  le otorga infinitas miradas y ángulos de visión que permiten tejer una red  de interpretaciones simbólicas sin fin.  Verificar texto

[28]  Contrato original. Por la obra le pagaron 100.000 francos. Archivo Museo Magda Frank. Buenos Aires.

1982. ANGELES OSOS. ISTRES- LA PREDINE BOUCHES DU RHONE

En esta comuna francesa de la región de Provenza se encuentran los Ángeles 0sos,  obra cuyo modelo iconográfico repite en distintos tamaños y materiales. No es común el empleo del bronce  en su escultura monumental y es una excepción en  su obra emplazada en los espacios abiertos. La lluvia y el paso del tiempo le darán una pátina diferente a la de la piedra.

Varios años antes, en 1979,  firma un contrato con la Sociedad Anónima  “Trabajo  y Propiedad” para realizar  la ornamentación artística  del complejo inmobiliario que la sociedad construye en La Prédine en Istres. La artista se compromete a realizar dos esculturas en bronce sobre un zócalo de piedra,  [29] pero aclara que conserva los derechos de la propiedad artística de la obra.

Las dos figuras nos remiten  a las creaciones imaginarias de la historia de la humanidad. El hombre desde los inicios del arte crea estos  seres atropo- zoomorfos que entroncan con la necesidad de liberar  imágenes fantásticas que se mantienen hasta el día de hoy en el arte contemporáneo.

Las dos figuras nos remiten  a las creaciones imaginarias de la historia de la humanidad. El hombre desde los inicios del arte crea estos  seres atropo- zoomorfos que entroncan con la necesidad de liberar  imágenes fantásticas que se mantienen hasta el día de hoy en el arte contemporáneo.

En la antigüedad los lamasu   de Mesopotamia, las esfinges egipcias, los grifos del palacio de Cnossos en Creta, las gárgolas de las catedrales góticas, son algunas de las creaciones que podemos mencionar. Habitualmente todas estas figuras fantásticas eran guardianes,  sumos sacerdotes o semidioses de los templos, de los palacios o de las catedrales.

Magda da vuelo a su imaginación y presenta a los Ángeles Osos en una danza ritual,  un duelo sagrado, como el de los flecheros pintados por los indios Comechingones en el Cerro Colorado, norte  de la provincia de Córdoba,   en Argentina.

El movimiento es pausado,  acompañado por las alas desplegadas, enfrentan sus cuerpos, pero sus cabezas están giradas hacia atrás, observando  algo que distrae su atención

Olvida la ortogonalidad y despliega  un ritmo dinámico de curvas que generan líneas de fuerza que se  pueden asociar  a los sonidos musicales.  La escultura se integra a la danza y a la música.

FOTO/ EPÍGRAFE, Angeles Osos

1982

1,20mx 0,50m x 0,20m????.  Bronce

Istres- La Predine

Bouches du Rhone.

[1] Contrato original. El precio total fue de 1000.000francos. Archivo del Museo Magda Frank.

1983. Casserne des Chasseurs Alpins , Gap.

En este año realiza dos de sus últimas esculturas monumentales, una en París y la realizada para el  Cuartel de  Cazadores Alpinos de la localidad de Gap. En 1981 realizó una  escultura para  el Cuartel de Cazadores Paracaidistas y dos años más tarde  le solicitan una obra para los alpinistas.

En agosto de 1982 firma un  convenio[30] con la Dirección de Trabajos de Ingeniería de Grenoble para realizar una escultura en piedra para la decoración artística del  nuevo cuartel  de Cazadores Alpinos

 

La misión de la escultora era  colocar la obra próxima a la plaza de armas y tener como temática “La división alpina”. La altura sería un  mármol de 3,50m a 4m.  concebido en cuatro bloques y con formas abstractas que evoquen la flor de genciana, el pino y la montaña, todos símbolos vinculados al regimiento. La obra se apoya sobre un zócalo de hormigón realizado por el Servicio de Ingenieros. [31]

 

Magda trabaja un bloque monumental de piedra con la estructura de la montaña, emulando los  picos empinados de los Alpes. En el centro de la piedra  talla los pinos geometrizados y en la parte superior la flor,  como remate de la cumbre imaginaria.

[30]  Direction des travaux du genie de Grenoble. Archivo Museo Magda Frank. Buenos Aires.

[31]  En el contrato están todas las especificaciones técnicas. El  pago total de la obra eran       200.000 francos. Archivo Museo Magda Frank  Buenos  Aires.

FOTO/ EPÍGRAFE

1983

Sin nombre…….Piedra

Casernement neuf , Gap Belle Aureille, Hautes –Alpes.

1983. L´Esprit et la Force 98, Av. du Maine París 14◦

La Dirección de construcciones de la ciudad de París aceptó su maqueta para ubicar una de sus obras en otro edificio de viviendas privadas

Quería realizarla en mármol de Cerdeña, pero las canteras no podían enviarle un bloque con las dimensiones solicitadas. Decidió entonces ir personalmente a Carrara, Italia. Llegó en diciembre, en invierno. Compró finalmente  dos mármoles negros de Portor.

El espíritu y la Fuerza  nos recuerdan a  Los ángeles Osos, pero  en este caso,  las curvas se transforman en planos encontrados conformando un rítmico contraposto de las dos figuras.

Una vibrante tensionalidad se genera entre ambas figuras que amenazan tocarse.

FOTO/ EPÍGRAFE

L´esprit et la Force

(El espíritu y la Fuerza)

1983

…….Mármol de Portor

98, Av. du Maine

París 14◦

A MODO DE CONCLUSION

Magda Frank nos dejó este año en junio….  sus esculturas  están en  el espacio  público europeo,   que es el espacio de todos,  el espacio de los  ciudadanos del mundo 

También están  intra muros en museos  como el de Arte Moderno de París o el de Bellas Artes de Budapest.

Buenos Aires es la ciudad elegida por la escultora  para  legar el resto de sus obras, su universo artístico, su biblioteca, sus escritos,  todo está en el Museo Magda Frank de nuestra ciudad

Su director Tulio Andreusis ha sabido crear una atmósfera acorde a las obras exhibidas y la energía de la escultora se vivencia a cada paso, en cada rincón. Se ha cumplido el sueño de la artista de dejar bajo abrigo y cuidado sus valiosas posesiones.

Es la escultora argentina que más obra tiene ubicada en el espacio público francés, por lo que podemos asegurar  que es una artista de proyección internacional con una invalorable  presencia  para la historia de la escultura nacional.

Como corolario podemos decir  que su trascendencia se basa en crear íconos simbólicos asociados al subconsciente  colectivo de la humanidad -vida,  muerte, hombre, mujer, animales fantásticos-  y asociarlos a los mitos y símbolos de América precolombina

 – huacas, dioses, estelas, pirámides, montañas sagradas- . 

Logra un sincretismo  entre América y Europa y el primitivismo y la contemporane